Justiça, Trabalho e Direitos Humanos

25/04/2018

Seju realiza Ciclo de Cinema para socioeducação

Começou nesta quarta-feira, 25 de abril, o 1º Ciclo de Cinema e Direitos Humanos na Socioeducação. O evento é promovido pela Escola de Educação em Direitos Humanos – ESEDH em conjunto com o Departamento de Atendimento Socioeducativo – DEASE, da Secretaria de Estado da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos – SEJU. 

“Essa atividade é muito enriquecedora para os adolescentes por vários aspectos. Desde a possibilidade de ver um filme, fazer uma atividade diferente, até a discussão de temas relacionados à realidade deles. O 1º Ciclo de Cinema e Direitos Humanos na Socioeducação faz parte das ações de implementação do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos no âmbito da socioeducação”, explicou o secretário da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, Elias Gandour Thomé. 
A exibição foi realizada no auditório da Esedh e contou com a presença de 30 adolescentes que cumprem medidas socioeducativas em Curitiba e região.
“É muito legal ver que não é só a gente que passa dificuldade e ver que têm outras maneiras de superar as coisas ruins que acontecem. E sempre dá pra mudar, né? Fazer novas escolhas, ter novos objetivos”, comentou o adolescente de M.S.O. de 16 anos. 

Depois da exibição houve um debate com os adolescentes obre as questões abordadas pelo filme. “A ideia de fazer um ciclo de cinema com os adolescentes surgiu de um outro projeto, realizado pela Esedh, que é o Ciclo de Cinema e Direitos Humanos, aberto à comunidade e que este ano será realizado pela segunda vez. Durante os próximos seis encontros serão exibidos filmes sempre relacionados à temática da adolescência e juventude, em suas mais diferentes abordagens, como família, educação, amizade, trabalho, cultura, mídia, sexualidade, entre outras”, explicou André da Silveira, residente técnico da Esdeh. 

Mas as escolhas dos próximos filmes exibidos contará com a sugestão dos próprios adolescentes. “Nesse primeiro encontro nós trouxemos um título. Mas hoje queremos ouvir as demandas deles, quais assuntos, dentro da temática proposta, eles gostariam que fossem abordados”, esclareceu Marcela Guedes, residente técnica do Dease. 

Ao final do evento tanto os adolescentes, quanto os servidores que os acompanharem, terão direito a um certificado de participação, mediante a presença mínima que o Ciclo estabelece.

Recomendar esta notícia via e-mail:

Campos com (*) são obrigatórios.