Justiça, Trabalho e Direitos Humanos

07/11/2018

Agentes de Segurança Socioeducativa participam de capacitação para Administração de Conflitos e Defesa Pessoal

O Departamento de Atendimento Socioeducativo (Dease) e a Escola de Educação em Direitos Humanos (Esedh), da Secretaria de Estado da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, promovem a partir desta quarta-feira (7) capacitação para a formação exclusiva de Agentes de Segurança Socioeducativa do sexo feminino das unidades de Curitiba e região metropolitana. A ideia é aprimorar a atuação profissional no intuito de possibilitar o exercício das atribuições funcionais nas unidades de atendimento.

A capacitação acontece no Auditório Cense Joana Richa, em Curitiba, e será feita em duas etapas. A primeira nos dias 7 e 8; a segunda nos dias 27 e 28.

Os agentes de segurança do Centro de Socioeducação de Campo Mourão, Luciano Jorge e Eliane Marcheski, são os responsáveis pela instrução das profissionais. “Nosso trabalho tem como objetivo dar continuidade à capacitação anterior sobre intervenção e segurança, nesse módulo trataremos da defesa pessoal das servidoras e no próximo será o aprimoramento das intervenções e sua legalidade como forma de manter as profissionais atualizadas e cada dia mais confiantes em sua atuação”, afirmou Luciano.

O secretário estadual da Justiça, Elias Gandour Thomé, disse que objetivo desse treinamento é promover uma continuidade e um afinamento cada dia mais sólido das intervenções de forma que se possa garantir as servidoras tranquilidade ainda maior no trabalho com os adolescentes que cumprem medidas socioeducativas”.

ETAPAS - 1º Etapa - Foco da defesa pessoal das servidoras:

- Defesa pessoal no contexto institucional e social;

- Pontos de dor e alavancas (limites e objetivos);

- Aplicabilidade da defesa pessoal considerando S-D-O no contexto institucional;

- Saída de enforcamento frontal (três alternativas para resolução);

- Importância da integração da equipe nos fatores de reação e proteção pessoal;

- Saída de enforcamento lateral com e sem algema (três alternativas para resolução);

- Empoderamento da equipe;

- Saída de Mata Leão (mitos e verdades) alternativas e explanação dos pontos críticos;

- Revisão das técnicas trabalhadas e reflexão sobre a efetividade e legalidade no contexto institucional;

2º Etapa - Foco na intervenção junto as atendidas e sua legalidade:

- Prevenção e registro anular a ação do insurgente de forma individual e ou em dupla.

- Separação do conflito físico;

- Características que legitimam as ações;

- Uso de alavancas e pontos de dor para desvencilhar agarrões entre outros.

- Dinâmica para conter a fuga do ambiente fechado;

- Revisão das dinâmicas trabalhadas e inclusão dos temas produzidos no primeiro encontro.
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