Estado garante exames de DNA, proteção da infância e óculos para deficientes em Londrina
01/12/2021 - 19:06

A Secretaria de Justiça, Família e Trabalho levou uma série de ações do governo Carlos Massa Ratinho Junior para o município de Londrina, nesta quarta-feira (1º). Os programas são voltados para as crianças e adolescentes e pessoas com deficiência, como o óculos OrCam, que permite a leitura de material impresso para cegos. 

O secretário Ney Leprevost apresentou o “Orcam MyEye” na Biblioteca Pública Municipal e explicou que “a Secretaria de Justiça Família e Trabalho está implantando esse projeto piloto. Se tiver grande adesão, vamos levar a todo o Paraná”. 

O “OrCam MyEye” é um dispositivo de tecnologia israelense para pessoas com deficiência visual ou com dificuldade de leitura que permite a crianças, adultos e idosos lerem textos impressos ou digitais, de perto ou de longe, em três línguas (português, inglês ou espanhol). O dispositivo fotografa e transforma instantaneamente textos de qualquer superfície em áudio. Isto acontece com livros, jornais, revistas, placas de rua, cardápios de restaurantes, nomes de lojas, mensagens do celular, folhetos e cédulas de dinheiro.

Em seguida, ainda na Biblioteca, foi oficializada a adesão do município de Londrina ao Força-Tarefa Infância Segura (Fortis), programa idealizado pela Secretaria de Justiça, Família e Trabalho para proteção das crianças.

Laboratório de DNA 

O secretário também esteve na Universidade Estadual de Londrina (UEL),  para a implantação do laboratório de investigação de paternidade, por meio de análise de DNA. Os exames serão financiados com recursos do Fundo da Infância e da Adolescência (FIA), deliberados pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA), para atender famílias em vulnerabilidade social que procuram a Justiça em busca de uma solução. O investimento é de R$ 1,131 milhão, através de repasse único para manutenção dos equipamentos e aquisição de insumos para realização dos exames.

“Cerca de 6% das crianças brasileiras não têm o nome do pai na certidão de nascimento. Isso gera problemas gravíssimos. Junto com a UEL, nós estamos desatando um grande nó e tirando do papel o laboratório para realizar os exames de DNA e garantir às crianças os direitos que lhes são devidos por lei”, declarou Ney Leprevost.
 

(Via assessoria de imprensa - Edson Fonseca).