Secretaria de Justiça, Família e Trabalho destina R$ 8,5 milhões para atender crianças e adolescentes vítimas da pandemia
06/08/2021 - 18:09

A Secretaria de Justiça, Família e Trabalho está cadastrando os municípios para os projetos de ações para crianças e adolescentes que sofreram impactos em virtude da pandemia. Serão destinados R$ 8,5 milhões aprovados pelo Fundo para a Infância e Adolescência e deliberado pelo Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente  para atender crianças que perderam pais, pessoas da família que contribuíam com a renda familiar, ou ainda que sofreram impactos psicológicos em função de isolamento social.

O prazo para que os municípios façam a adesão ao termo que habilita os recursos encerra no dia 30 de setembro. E até o momento, 58 prefeituras já apresentaram o seu plano de ação. O dinheiro será destinado para pagar bolsa auxílio e subsidiar as famílias que ficarem com a guarda das crianças órfãs da pandemia e também para as famílias de crianças ou adolescentes que tenha perdido alguma pessoa que compunha renda familiar.

“Felizmente somos gestores responsáveis e previdentes, e tínhamos deixado recursos reservados para socorrer as crianças na pandemia”, explica o secretário de Justiça, Ney Leprevost.

Além das bolsas pagas diretamente às família, os recursos também serão destinados para desenvolver ações das famílias acolhedoras, casas lares, aquisição de móveis e itens de informática necessários para dar acesso à educação. Também estão previstas adequações externas nos locais de acolhimento, para a instalação de brinquedos e para a prática de esportes.

Outra ação importante a ser implantada com esses recursos é para a implantação de programas de saúde mental, para tratar o luto, ansiedade, depressão e outras situações de impacto psicológico proveniente do isolamento social provocado pela pandemia.

“O nosso maior interesse é atender da melhor maneira possível às crianças e os adolescentes do Estado do Paraná que estão passando por esse período tão delicado e já sofreram tanto em virtude da pandemia”, destaca  Ângela Mendonça, chefe do Departamento de Políticas para Criança e Adolescente da Sejuf.

(Via Assessoria de Imprensa).

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